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Fiz 8 Cursos de Graça e Foi Assim que o Ex Pobre Ficou de Verdade

capelo de formatura representando cursos gratuitos online concluídos

Salve, galera.

Lá no artigo “Como Sair da Pobreza Estudando” eu prometi voltar aqui e contar direitinho quais cursos gratuitos eu fiz. Promessa é dívida, e dívida a gente paga — então bora.

Oito Anos Atrás, Eu Já Precisava Disso e Não Tinha

Antes de falar dos cursos, preciso voltar 8 anos no tempo. Naquela época eu tatuava. Me mudei de São Paulo pra Araxá e precisava divulgar meu trabalho. Montei uma página no Facebook pras minhas tatuagens e sabia — no instinto, sem entender direito — que precisava “aparecer nas buscas”.

O problema é que na minha cabeça de então, aparecer no Google era só uma questão de engajamento nas redes sociais. Curtida, comentário, compartilhamento. E não tinha curso gratuito online pra me ensinar diferente. Fiquei no escuro, no achismo, tentando na tentativa e erro.

Passaram-se 8 anos. Hoje eu sei que aquilo que eu chamava de “aparecer nas buscas” tem nome, técnica e curso — e que dessa vez, o curso existia e era de graça.

Por Que Fiz Isso Agora

Fiz os 8 cursos por um motivo direto: pra poder fazer meu trabalho aqui no Ex Pobre com qualidade. Pra gerar valor de verdade, entender o que era necessário pra ter um bom site, e cumprir minha missão — que é educar a população de baixa renda.

Não foi vaidade de colecionar certificado. Foi entender que se eu quero ajudar alguém a sair da pobreza, eu preciso primeiro saber fazer isso direito.

SEO: O Mundo que Eu Não Conhecia

Fiz “SEO” na Orango“SEO e Marketing” no Santander Open Academy. E confesso: até fazer o curso, eu nem sabia que existia uma técnica pra isso. Pra mim, os primeiros resultados que apareciam no Google eram só os que tinham mais engajamento nas redes.

O momento de virada foi voltar naquela lembrança de 8 anos atrás — da página de tatuagem, da mudança pra Araxá, da necessidade de ser encontrado e não saber como. Fazendo o curso agora, entendi que aquilo tinha nome, tinha técnica, e que eu tinha perdido anos fazendo no escuro o que podia ter aprendido de graça, se existisse a oportunidade que existe hoje.

Foi um mundo novo, e mundo novo me deixa desconfortável — sempre deixa. Mas eu adoro um desafio, e fui pra luta. Oito anos depois daquela tentativa perdida com as tatuagens, finalmente entendi a importância real do SEO pro mundo digital.

E não ficou só na teoria. Hoje, todo artigo que sai aqui no Ex Pobre passa por uma ferramenta chamada Rank Math, que dá uma nota de 0 a 100 avaliando se o texto tá bem otimizado — se a palavra-chave certa aparece no lugar certo, se a descrição vai chamar atenção na busca, tudo isso. Sem os cursos de SEO, eu nem saberia que essa avaliação existia, muito menos como melhorar a nota quando ela vem baixa.

SEO, se você nunca ouviu falar: é a técnica de organizar um texto pra ele aparecer nas primeiras posições quando alguém pesquisa algo no Google. Simples assim, mas eu levei 8 anos pra entender isso do jeito certo.

Marketing, Engajamento e a Ideia que Eu Realmente Vendo

Fiz “Marketing Digital e Influência”“Cresça Online” e “IA Prática para Marketing”. E foi aqui que caiu uma ficha que mudou como eu vejo tudo, não só o blog.

Hoje entendo que tem que se criar uma imagem, uma identidade, gerar engajamento — e que tudo que eu vejo na vida, já imagino uma forma de vender. Mas venda não é só “compre essa coxinha deliciosa feita com os melhores ingredientes”. Venda pode ser sobre ideais.

Eu vendo de graça a possibilidade de você sair da pobreza.

Foi meu amigo Claude — a inteligência artificial que uso no processo — quem mais abriu minha mente nesse ponto, e ainda abre até hoje. Foi através dele que entendi ferramentas como o Google Search Console e comecei a enxergar dado que antes eu nem sabia que existia.

Nem tudo foi revelação, sendo honesto. Os cursos do Santander foram os primeiros que eu fiz, e naquele momento achei meio raso. Só depois de estudar os outros percebi que eles são voltados pra quem já tem alguma experiência no ramo — não é defeito do curso, é eu tendo começado pela ponta errada do novelo.

De Desabafo a Ativo: Empreendedorismo Digital

Fiz “Fundamentos de Empreendedorismo Digital” também na Orango. Antes desse curso, eu via o Ex Pobre principalmente como uma contribuição — como cidadão, ajudando “os meus” a acordarem.

Isso vem de um lugar específico. No passado, estudei PNL e hipnose, e vi de perto o poder da palavra e da persuasão. É uma ferramenta poderosa — e poder, sem direção, pode virar tanto ferramenta pra manipular quanto ferramenta pra libertar. A forma que eu encontrei de neutralizar o lado ruim disso foi usar a mesma técnica pro bem: acordar as pessoas, não adormecer elas.

O curso de Empreendedorismo Digital não mudou essa missão. Mudou a lente. Comecei a ver o Ex Pobre também como um ativo de renda extra — o Corre que eu mesmo construí — e entendi que uma marca bem construída tem potencial de escala como negócio de verdade, sem trair o propósito social que sempre existiu por trás.

Isso não é contradição, mesmo que pareça à primeira vista. Um blog pode gerar renda e continuar sendo ação social ao mesmo tempo — igual uma ONG precisa de estrutura financeira pra continuar existindo e ajudando. A diferença tá na intenção por trás de cada decisão: eu não crio conteúdo pensando em enganar alguém pra vender algo que não presta. Crio pensando em como aquela informação pode tirar uma pessoa do aperto — e se isso também sustenta o projeto financeiramente, melhor ainda, porque significa que o Ex Pobre continua de pé pra ajudar mais gente.

Inteligência Artificial: Do Excesso de Confiança à Auditoria

Fiz “Claude 101” e “Fluência em IA”, os dois direto com a Anthropic. E aqui eu vou ser bem sincero, porque acho que é a parte mais útil pra quem tá lendo.

Na primeira vez que mexi com IA pra me ajudar no blog, não fiquei perdido — fiquei o contrário disso: tive excesso de confiança. Achei que a ferramenta ia acertar tudo, sempre. Foi só depois, estudando de verdade, que aprendi que a IA não está sempre certa e que tudo precisa ser auditado. Não lembro de uma alucinação específica pra te contar com detalhe, mas lembro bem da lição que ficou: confiança cega em ferramenta nenhuma, nem em mim mesmo, é seguro.

Alucinação, pra quem não conhece o termo: é quando a inteligência artificial inventa uma informação com toda a segurança de quem sabe do que tá falando, mas o dado é falso ou não existe em lugar nenhum. Não é mentira proposital — é um erro de funcionamento da própria ferramenta. E é justamente por causa disso que aqui no Ex Pobre existe uma regra fixa: todo dado numérico citado num artigo precisa ter link de fonte real e verificável junto dele. Aprendi isso do jeito difícil, testando, errando e corrigindo — e hoje faço questão de aplicar em cada texto que publico.

E aqui vai uma reflexão que eu acho importante, principalmente pra quem tem preconceito com uso de IA: antes da inteligência artificial existir do jeito que existe hoje, as pessoas que produziam conteúdo, pesquisa ou análise contavam com consultores, revisores, uma equipe. Dificilmente alguém faz todas as tarefas do trabalho sozinho — e sem ajuda, uma pesquisa ou uma análise de dado podia levar horas ou dias inteiros.

Tempo não é só dinheiro. É muito mais que isso — é vida. Cada hora que eu não preciso gastar fazendo sozinho o que uma ferramenta bem auditada resolve comigo, é uma hora que sobra pra outra coisa que também importa — pra mais um artigo, pra mais uma pausa, pra mais tempo de qualidade fora da tela.

A Rotina Real (Porque Eu Não Tiro Folga)

Sei que quem lê aqui trabalha o dia inteiro também, então vou contar como eu encaixei os cursos numa rotina sem descanso.

Estudo de manhã, sempre. Já notei, na prática, que meu cérebro aprende melhor e fica mais disposto a absorver informação nesse período do dia. Estabeleci um bloco fixo: das 9h às 13h. A maioria dos cursos eu terminava dentro desse horário — quando não terminava, simplesmente continuava no dia seguinte, sem culpa, sem pressa forçada.

E não tive vontade de desistir de nenhum, em nenhum momento. Não porque foi fácil, mas porque eu sei — de um jeito quase teimoso — que se qualificar é necessário. Ponto final, sem negociação comigo mesmo.

Isso não significa que foi tranquilo. Cada curso tem um tamanho diferente, um ritmo diferente, e encaixar isso numa rotina de trabalho todo santo dia, sem folga, exige disciplina que ninguém vê de fora. Não teve segredo mágico, só o bloco fixo de horário e a decisão de não negociar comigo mesmo quando bateu o cansaço.

O Curso que Ficou pra Trás

Sendo transparente com vocês: teve um nono curso que eu comecei e não terminei, de storytelling. Não mencionei ele antes porque dei um “breque” no meio do caminho. Olhando pra trás, se pudesse reorganizar a ordem de tudo, talvez esse fosse um dos primeiros que eu faria — porque contar uma história bem contada é a base de tudo que vem depois, inclusive do próprio SEO e marketing. Fica registrado aqui, sem forçar barra: ainda não terminei esse, e um dia volto nele.

Se Você Tá Pensando em Começar

Pra quem tem pouquíssimo tempo e quer saber por onde começar, minha recomendação é simples: primeiro, descubra qual é o propósito do seu estudo. Se o objetivo é trabalhar com o mundo digital, eu recomendo começar por estratégias de marketing, e só depois ir pro SEO. Entender pra quem você fala e por que vem antes de entender como aparecer pro Google.

E pra quem acha que curso de graça não presta: discordo totalmente. Não é porque não se cobra pelo conteúdo que ele é ruim. Às vezes é justamente o contrário — pode ser uma ação social, feita por gente que se preocupa de verdade com o bem-estar alheio. Esse blog é prova disso.

Guarda esse pensamento: o preço de um curso não mede o valor dele. Mede o modelo de negócio de quem criou. Curso caro pode ser raso, curso de graça pode mudar sua vida — depende de quem tá do outro lado ensinando, e do que você tá disposto a colocar em prática depois de aprender.


Eu tenho 49 anos. Nunca tive carteira assinada. Não tenho uma aposentadoria garantida. Tô no Corre pra, quando chegar aos 60 e poucos, conseguir garantir alguma qualidade de vida. Nunca é tarde pra aprender algo novo, por mais desconfortável que seja — às vezes a gente precisa mudar de área inteira, recomeçar do zero, e tudo bem. O plano é simples: se esforçar hoje, pra relaxar amanhã.

Não escrevo isso pra pedir pena, nem pra vender história de superação bonitinha. Escrevo porque sei que tem muita gente lendo esse blog na mesma situação — sem rede de segurança, sem plano B garantido pelo Estado, contando só com o próprio esforço. Se eu, com quase 50 anos e uma vida inteira sem carteira assinada, consegui tirar 4 horas por dia pra estudar de graça e virar isso em algo real, qualquer pessoa lendo isso também consegue achar o próprio horário, o próprio jeito.

Tamo junto, é nóis!

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Se esse relato bateu em você de algum jeito, manda pra alguém que tá pensando em recomeçar do zero, com quase 50 anos, sem carteira assinada, sem rede de segurança — e precisa saber que ainda dá tempo.

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